Autoestima e autoconfiança – Palestra de Flávio Fonseca

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Transcrição de um pequeno trecho da palestra proferida por Flávio Fonseca em 16 de maio no Grupo Fraternidade Espírita Irmão Estêvão.

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Vamos falar de autoestima e autoconfiança.

O objetivo da Lei é nos ensinar, nos educar, é nos fazer crescer. Portanto, nós, apesar de estarmos em uma fase na qual ainda experimentamos a dor, nós de forma alguma devemos nos tornar pessoas tristes, ou passivos, nos entregarmos à dor, ou desejarmos a dor achando que assim vamos evoluir mais rápido. Isso é um equívoco.

Não devemos procurar a dor. O que devemos é procurar o caminho certo.

Cada vez que nos desviarmos do caminho, seremos, pela própria lei da natureza, reconduzimos ao caminho. Isso pode ser feito com dor, sim, Mas também podemos ser reconduzidos ao caminho de muitas outras formas.

A Lei existe não só para o Ser Humano, existe para toda a Natureza, para todo o Universo. Ela nós dá dicas para como acertar o caminho. Nos dá situações em que nós podemos compreender e podemos passar a acertar quando tivermos compreendido. Se não compreendermos, poderemos passar por situações impulsionados para aquele caminho.

Nós podemos ter oportunidade de fazer o bem equivalente ao mal que tenhamos feito e isso pode ser o suficiente para nos reequilibrar e nos colocar no caminho.

Nós não devemos nunca uma postura passiva diante da dor e nos conformarmos com a tristeza e com o sofrimento.

Nós devemos sim resignados. Vamos entender bem o que quer ser resignado. Existe uma frase muito interessante que é: resignação dá forças para carregar o fardo que a revolta joga no chão.

Ao invés da gente se revoltar com a dor e sair mais do caminho e provocar uma necessidade maior de reajustamento, devemos nos resignar. Compreender, se não está ao nosso alcance fazer algo para evitar a dor.

Não devemos confundir resignação com fraqueza. Resignação é uma postura ativa de passar pela dor com nobreza.

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