Bem-aventuranças – Palestra de Renato Bahia

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Transcrição de parte da palestra proferida, em 27 de junho, por Renato Bahia no Grupo da Fraternidade Espírita Irmão Estêvão – SGAN 909, módulo G, Brasília (DF)

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“(…) Nos momentos de angústia, nos nossos momentos de dificuldade, nos momentos em que temos de nos enfrentar, é necessária uma energia adicional para todos nós.

Ensinaram-me que essa energia se encontra no passar pela mente, no pensar, no falar, no sentir as Bem-aventuranças.

As Bem-aventuranças se encontram de uma forma clara e inequívoca no Capítulo 5 do Evangelho de Mateus.

Na verdade, nós sabemos que as Bem-aventuranças iniciam aquele momento mais do que grandioso de Jesus, o Sermão da Montanha.

Quando Jesus as pronunciou os objetivos dele eram vários e alguns desses objetivos começam a ser esclarecidos agora.

A nossa queridíssima irmã Joanna de Ângelis a partir de 2009, 2008, começou nos livros dela a empregar essa expressão “O Cântico das Bem-Aventuranças” como a nos mostrar que está chegando o momento de nós falarmos sobre o seu potencial. (…)

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque é deles o Reino dos Céus.

Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra.

Bem-aventurados os que têm fome e sede de perfeição, porque eles serão saciados.

Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles obterão a misericórdia.

Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus.

Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.

Bem-aventurados os que forem perseguidos por causa da perfeição, porque é deles o Reino dos Céus.

Bem-aventurados sereis quando fordes perseguidos, injuriados, caluniados por minha causa. Alegrai-vos, rejubilai-vos, grande será o vosso galardão nos céus, porque assim procederam com os profetas que vieram antes de vós. (…)

Aqui estão as Bem-aventuranças. As sete primeiras são passos que nós podemos dar aqui neste Planeta. As duas últimas são situações que podem ou não acontecer nas nossas vidas. As sete primeiras não. Elas são atitudes, são condutas que todos nós as deveremos integrar no nosso Eu.

As Bem-aventuranças têm o poder de magnetização.

Elas, quando pronunciadas, fazem com que o interior nosso se restabeleça, se sintonize, se fortaleça.

O lugar onde elas são pronunciadas fica diferente. Fica mais punjante. Fica mais forte.

Dizem os cronistas que a multidão, após ouvir Jesus pronunciando-as, se preparou, se harmonizou, se equilibrou para ouvir o Sermão da Montanha. (…)

O momento foi mágico.

E a força desse momento continua quando nós as pronunciamos. Nós estabelecemos em nós e perto de nós aquela sintonia, aquela força, aquela energia. Daí o momento de nós pensarmos nelas. (…)

A nossa proposta aqui nesta noite é levar até vocês isto.

Experimentem vocês. (…)

Em quantos momentos eu não preciso de um pouco mais de energia para enfrentar a mim mesmo!

Procurem-nas, utilizem-nas, no dia-a-dia de vocês. Para que possamos ter mais força.

Vamos passar, dentro do nosso tempo, uma a uma.

Por que, gente?! Porque cada uma delas mostra um estágio, eu repito. Mostra uma busca. Nós temos que passar por este passo. Cada passo desse tem várias etapas. É importantíssimo saber o que nós queremos.”

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A partir daqui o palestrante começa a discorrer sobre cada uma das Bem-aventuranças trazendo reflexões importantes e surpreendentes para nossas vidas.

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